8 femmes
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:50:01
Podemos prescindir dos teus conselhos.
:50:03
Só queria ajudar.
:50:06
Se bem me recordo, a tua barriguinha
:50:08
...já estava crescidinha, quando
casaste com o meu irmão.

:50:11
Cála-te, cobra!
:50:18
Graças a Deus que o Marcelo
estava por perto.

:50:23
Nas novelas de detectives, isto
continua assim:

:50:25
Uma de nós está a mentir.
É essa a assassina.

:50:28
No que é ajudada por outras que
mentem, mas por outras razões.

:50:34
Para encontrar o assassino,
temos que dizer a verdade.

:50:40
Escutem...
:50:44
Tenho uma coisa para dizer...
:50:50
Agostinha! É o coração.
:50:52
Chanel, ferve alguma água.
Suzana, traz os remédios dela.

:50:56
-Onde estão?
-Na sua mesa de cabeceira.

:50:59
Ela precisa de uma injecção!
:51:01
-Luisa, traz a caixa de 1ºs
socorros. -Eu?

:51:03
Não sou enfermeira.
Sou a criada.

:51:07
Mas só tu podes fazê-lo!
Negar-se é um crime.

:51:10
Como criada só faço tarefas
domésticas, lavandaria e comidas.

:51:15
Podes ir presa se te negares.
:51:19
Todos devem conhecer o seu lugar.
:51:22
Que aconteceria se os juízes se
transformassem em médicos
ou em ministros.

:51:26
Poupa-nos com a tua sabedoria.
Ordeno-te que a injetes.

:51:30
Não tenho que discutir com os
da tua classe ou estatuto...

:51:33
Qua é que a senhora conhece
sobre a minha classe...?

:51:35
Mas como me pede tão amavelmente,
:51:38
agirei de acordo com os seus desejos.
:51:42
Não encontro nada!
:51:44
Passa a vida a mudar as coisas
de sitio. Já aí vou.

:51:47
A tia agostinha está tão pálida.
:51:49
-Não estará a fingir?
-Está a recobrar a consciência.

:51:52
Os remédios desapareceram.
:51:57
Alguém está a tentar matá-la.

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