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...e a Suzana desmascarou-se.
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Por isso faz perguntas, como se
fosse a justiça em pessoa.
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As raparigas deviam ter um pouco
de respeito por elas próprias.
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Agora saem, fumam, usam calças,
vão para acampamentos e ficam grávidas.
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Que miséria!
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Que esperar com semelhante mãe.
Eras um belo exemplo.
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-Porque não tiveste filhos?
-Porque sou uma senhora de respeito!
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-A tia ainda é virgem?
-De certeza! Quem quereria estar com ela?
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Gabi, por favor, não atormentes
a tua irmã. Já está quase morta!
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Deixa de a proteger, mamã.
E de castigar-me a mim.
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És uma bruxa alcoólica, fingindo
ser uma pobre viúva!
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Mentirosa e hipócrita,
consumida pela arrogância.
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Devia ter-te deixado sofrer.
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Mal agradecida!
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Como te atreves a falar assim
à tua mãe? O teu marido foi assassinado.
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-O papá também!
-Que dizes?
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Envenenáste-o. Literal e
figurativamente falando.
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O meu coração!
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O meu coração vai parar de bater...
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Tenho agora a certeza.
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-De quê?
-De tudo.
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-Ou quase...
-A faca!
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Falta uma parte da evidência.
Fiquem todos aqui!
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Tenho que procurar lá fora.
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Deem-me dois minutos e explico
este assassinato.
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-Tens a certeza?
-Ela sabe de alguma coisa.
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Ninguém estava autorizado a
sair e tu deixáste-a ir.
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-Vai fugir, é um truque!
-Achas que sim?
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Acho. Ela tenta agora escapar-se.
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Aí está de noovo!
Escondamo-nos.
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Tal como pensava...
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Onde estão elas?
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Porque se foram?
Onde estarão?