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Foi isso que mais te faz sofrer?
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Tu sofres? Tu?
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Como ousas dizê-lo, quando
nunca me refiz da morte do meu pai!
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Perdoa-me, querida.
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-Mato-te...
-Não!
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-Mato-te!
-Sim, mata-me.
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-Vou-te matar!
-Vamos, fá-lo!
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-Com as minhas próprias mãos!
-Fá-lo, rápido!
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-Mato-te!
-Vamos!
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Chega, Agostinha.
Que estás a fazer?
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-Ela matou o papá.
-Eu sei, mas já é muito tarde.
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-Mata-me, por favor.
-Já chega.
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Está louca. Vivi com uma lunática.
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Encarrego-me dela.
Ela está louca!
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-Já chega, as duas!
-Uma lunática!
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-Mata-me!
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Mamã? Mamã?
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-Mataste-a? -Não, está inconsciente.
Abre a casa-de-banho.
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-Achas?
-Vai melhorar aí dentro.
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Estou farta disto.
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Qual é o problema?
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Estás transtornada?
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Porque não me contaste?
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Para te proteger, Agostinha.
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Arruinei a minha vida.
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Arruinei a minha vida.
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Não, estás exausta.
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Deita-te um pouco, Titine.