Vampire in Brooklyn
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:26:00
- Estás com lepra, acho eu.
- Nada disso.

:26:05
Então, diz lá...
que achas da carripana?

:26:09
Tens sorte em ser automático,
não tens mãos que cheguem

:26:13
para meteres mudanças
e guiares ao mesmo tempo.

:26:19
- Um casamento?
- Um funeral.

:26:21
- Boa escolha.
- Sabia que irias gostar.

:26:26
Eu tinha essa pinta, em 1962.
O mesmo penteado. A mesma farpela.

:26:30
Queres parar de chatear o homem?
:26:33
Se fosse a ti,
via se ainda tinha pirilau.

:26:38
Está lá tudo. Tudinho.
:26:41
Graças a Deus pelas pequenas bênçãos,
pois são mesmo pequenas.

:26:44
Estás a ver?
:26:48
Pulhazito.
:26:51
Max, porque não mordeste a gaja
enquanto podias?

:26:55
Ela deve entregar-se-me
de sua livre vontade.

:26:58
Pois, estamos em Brooklyn, filho.
:27:00
Ninguém entrega puto
a não ser por pilim ou um balázio.

:27:04
Neste caso, sei mais acerca dela
do que ela sabe de si própria.

:27:08
Uma dança comigo, uma só,
e será minha.

:27:12
Pois, pois.
Assim é que se fala, ó chefe.

:27:15
Aposto que danças como o MC Hammer.
Mostra-me lá o que vais fazer

:27:20
quando lá chegares.
:27:22
Mostra-me os teus passos à Hammer.
É uma dança porreira, meu.

:27:27
Também vou desaparecer dos espelhos?
:27:34
Estou a avisar-te.
Guia o carro e cala a porra da boca.

:27:38
- Caluda!
- Meu, enquanto conduzo, não!

:27:41
- Caluda, porra!
- Merda! Estou a conduzir...

:27:43
- Maldito sejas!
- E tu causas-me um aneurisma?

:27:49
Ainda vazas um olho a alguém!
:27:53
Mandámos analisar as algas
que cobriam o navio.

:27:57
Parece que aquela espécie só se dá
numa zona isolada das Caraíbas.


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